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Geração de Empregos

No acumulado de 2023, até julho deste ano, o segmento da fabricação de artigos de malharia e tricotagem apresentou um saldo de empregos de -0,5 mil vagas de trabalho. Ao todo, foram geradas 7,1 mil admissões e 7,7 mil desligamentos. Com isso, o setor apresentou uma variação de -1,92% no seu quadro total de trabalhadores.

No último mês, julho, o desempenho do setor apresentou uma piora em relação ao mês imediatamente anterior, com um saldo de -0,3 mil, em julho, e de -0,2 mil, em junho. Considerando os últimos 12 meses, a evolução do quadro de gerações de empregos no setor é considerada inferior em comparação aos demais grupos de atividade econômica, colocando o setor na 259° colocação entre os mais empregaram no ano.

Os estados que acumularam maior variação de emprego durante o ano foram: Rio Grande do Sul (0,19 mil novas vagas geradas), Minas Gerais (0,15 mil) e Paraná (0,03 mil).

263

Ranking

-0,2 mil

Mês anterior

-0,3 mil

Mês atual

-0,5 mil

Ano

03/09/2023

Última atualização:

Fontes de informação e referências:

Composição deste setor:

Fabricação de meias, Fabricação de artigos do vestuário

Sempre trabalhamos com as informações mais recentes disponíveis, as análises e índices próprios são construídos a partir de fontes públicas.

  • Saldo de Empregos, dados do CAGED (Ministério do Trabalho);

  • Mercado de trabalho, dados da RAIS (Ministério do Trabalho);

  • Abertura de Empresas, dados do Ministério da Economia;

Abertura de Empresas

Durante o ano de 2023, foram abertas 57 empresas para atuar com a fabricação de artigos de malharia e tricotagem. No mês de agosto, 4 novas empresas se somaram ao setor. Comparado ao mesmo mês do ano anterior, houve um crescimento de 75%.

Ao longo do ano, o desempenho do setor é positivo e a tendência de crescimento para os próximos meses é superior aos demais setores. Em comparação com as demais atividades econômicas, a fabricação de artigos de malharia e tricotagem possui uma relevância pequena no cenário brasileiro de abertura de empresas.

No Brasil, a abertura de empresas do setor no ano foi liderada pelos seguintes estados: Minas Gerais (29 novas empresas), São Paulo (10) e Maranhão (5).

Já no quesito de crescimento ao longo dos últimos doze meses, destacam-se: São Paulo (1,4% crescimento ao mês), Minas Gerais (1% a.m.) e Rio Grande do Sul (0,3% a.m.).

7

Mês anterior

4

Mês atual

57

Acumulado no ano

Mercado de Trabalho

No Brasil, a fabricação de artigos de malharia e tricotagem emprega um total de 26,8 mil de pessoas, o que a coloca como uma atividade de relevância pequena, com uma participação de 0,05% no mercado de trabalho nacional.

Ao todo, são 1,4 mil estabelecimentos que geram estes empregos formais do setor. O segmento possui alta participação de micro e pequenas empresas com uma média de 19,3 funcionários para cada empresa.

O setor tem uma concentração regional considerada alta, sendo que os estados com maior participação no emprego são: São Paulo (36,7%), Minas Gerais (17,3%) e Santa Catarina (11,1%).

No segmento, existem 11,1 mil microempreendedores individuais, o que faz com que o setor tenha uma represenatividade alta em relação ao total de MEIs do Brasil. Além disso, a estrutura do segmento é marcada pela presença de microempreendedores individuais, com cerca de 41,56 MEI para cada cem trabalhadores.

26,8 mil

Empregos

1,4 mil

Estabelecimentos

Participação MPE

81,84%

Malharia e tricotagem

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