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Vacinas

Entre os nove tipos de vacinações analisadas, a cobertura média vacinal do município é de 93,6%, o que representa uma taxa próxima à média dos demais municípios brasileiros. A vacina de maior cobertura local é a BCG, com uma taxa de 100%, por outro lado, a Pneumocócica apresenta maiores desafios, com uma cobertura de 82,5%.

100%

92.5%

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95%

82.5%

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90%

Porto Alegre do Piauí - PI

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PESQUISA DE MERCADO

COMPARATIVO REGIONAL

  • Índice Caravela

    Tamanho e Localização

    nota tamanho e localização

    Crescimento

    nota crescimento
    Nota Potencial de consumo

    Potencial de Consumo

    Oportunidades

    Regularidade

    nota oportunidade
    nota regularidade

    População: undefined

    Empregos formais: undefined

    PIB: undefined

    PIB per capita: undefined

  • Tamanho e Localização

Em 2022, Porto Alegre do Piauí registrou uma taxa de 126,9 leitos do SUS para cada cem mil habitantes. Este quantitativo de leitos diminuiu nos últimos anos em um ritmo de -6,9 leitos a cada cem mil habitantes por ano. A taxa de atual é a 88° maior do estado. Já os leitos não pertencentes ao SUS formam a taxa de 0 (por 100 mil hab.) e apresentam um crescimento de 0 leitos por cem mil habitantes a cada ano. O município não possui registros de leitos de atendimentos de UTI.

A cidade conta com 1,69 enfermeiros para cada mil habitantes e 1,27 médicos por mil habitantes. A taxa de enfermeiros é maior que a usual e aumentou nos últimos dez anos, quando a taxa era de 0,38 por mil habitantes. Já a taxa de médicos é inferior à média e cresceu durante os últimos anos. Há dez anos, a taxa era de 0,76 para cada mil habitantes.

Estrutura de Saúde

A taxa de hospitalização do SUS em Porto Alegre do Piauí apontam para um nível de internações bem abaixo da média nacional, com 4,57 mil hospitalizações para cada 100 mil habitantes. No período de 2011 a 2022, a evolução do número de hospitalizações mostrou um aumento de 58,4 internações (a cada 100 mil hab.) por ano.

Em relação às taxas de hospitalizações sensíveis à atenção primária, que se refere aos casos de doenças que poderiam ser evitados com ações de atenção primária, o município apresenta um nível de internações bem abaixo da média, de 254 a cada cem mil habitantes. O crescimento desta categoria de hospitalizações ao longo da última década está semelhante aos demais municípios, com um aumento anual da taxa equivalente a -14,5 hospitalizações por cem mil hab. a cada ano.

Hospitalizações

Óbitos

Com estes índices, o nível de mortalidade do município é o 179° maior do estado, com 635 ocorrências a cada cem mil habitantes. Nos últimos anos, a taxa de mortalidade cresceu em um ritmo de 30,3 óbitos a cada cem mil habitantes ao ano. Soma-se a estes valores o total de 169 mortes (a cada 100 mil habitantes) por causas evitáveis, a 35° maior taxa do estado, que tem apresentado um crescimento de 2,8 ocorrências para cada 100 mil hab. ao longo de cada ano.

Cobertura de atendimento

1,58%

Planos de Saúde

100%

Agentes comunitário

100%

Atenção básica

Saúde da família

100%

Nascimentos

Entre 2015 a 2020, Porto Alegre do Piauí registrou 220 nascimentos, cerca de 36,67 novos bebês por ano. Ao longo dos anos, a tendência de crescimento de novos registros foi positiva e esta taxa de natalidade está próxima à média dos demais municípios do Brasil. No período, houve mais nascimentos de meninas, 51,8 a cada 100 bebês.

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Segurança

Durante o ano de 2022, foram registradas 0 vítimas de homicídio doloso no município. Esta quantidade foi igual ao desempenho de 2021, quando houve 0 vítimas na cidade. Em 2018, o número de casos de homicídio era de 0, representando uma manutenção na segurança local.

Considerando o tamanho populacional, a taxa de homicídios por 100 mil habitantes em Porto Alegre do Piauí é de 0, um valor considerado abaixo da média. Com base neste indicador, o município é o 4° mais seguro da pequena região de Floriano.

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