Vacinas
Entre os nove tipos de vacinações analisadas, a cobertura média vacinal do município é de 71,5%, o que representa uma taxa abaixo da média dos demais municípios brasileiros. A vacina de maior cobertura local é a Hepatite B, com uma taxa de 84%, por outro lado, a Tríplice Viral (1° dose) apresenta maiores desafios, com uma cobertura de 63,75%.
69.06%
66.9%
68.07%
63.75%
68.88%
71.96%
78.7%
84.02%
72.21%
Em 2021, Criciúma registrou uma taxa de 170 leitos do SUS para cada cem mil habitantes. Este quantitativo de leitos aumentou nos últimos anos em um ritmo de 2,4 leitos a cada cem mil habitantes por ano. A taxa de atual é a 117° maior do estado. Já os leitos não pertencentes ao SUS formam a taxa de 122,6 (por 100 mil hab.) e apresentam um crescimento de 6,2 leitos por cem mil habitantes a cada ano. O município também possui uma taxa de leitos para atedimentos de UTI igual a 18,2 para cada cem mil habitantes em casos de SUS e de 17,3 para não-SUS.
A cidade conta com 2,27 enfermeiros para cada mil habitantes e 3,73 médicos por mil habitantes. A taxa de enfermeiros é maior que a usual e aumentou nos últimos dez anos, quando a taxa era de 0,8 por mil habitantes. Já a taxa de médicos é superior à média e cresceu durante os últimos anos. Há dez anos, a taxa era de 1,99 para cada mil habitantes.
Estrutura de Saúde
A taxa de hospitalização do SUS em Criciúma apontam para um nível de internações próxima à média nacional, com 5,77 mil hospitalizações para cada 100 mil habitantes. No período de 2010 a 2021, a evolução do número de hospitalizações mostrou uma queda de -102,5 internações (a cada 100 mil hab.) por ano.
Em relação as taxas de hospitalizações sensíveis à atenção primária, que se refere aos casos de doenças que poderiam ser evitados com ações de atenção primária, o município apresenta um nível de internações próxima à média, de 897 a cada cem mil habitantes. O crescimento desta categoria de hospitalizações ao longo da última década está abaixo dos demais municípios, com um aumento anual da taxa equivalente a -53,9 hospitalizações por cem mil hab. a cada ano.
Hospitalizações
Óbitos
Com estes índices, o nível de mortalidade do município é o 180° maior do estado, com 649 ocorrências a cada cem mil habitantes. Nos últimos anos, a taxa de mortalidade cresceu em um ritmo de 4 óbitos a cada cem mil habitantes ao ano. Soma-se a estes valores o total de 122 mortes (a cada 100 mil habitantes) por causas evitáveis, a 132° maior taxa do estado, que tem apresentado uma redução de -3,3 ocorrências para cada 100 mil hab. ao longo de cada ano.
Cobertura de atendimento
Em 2020, no município de Criciúma, o percentual de nascimentos com pré-natal adequado foi de 80,4%, esta é o 135° melhor cenário no estado de Santa Catarina. Também foram registrados casos de nascimentos com nenhum atendimento de pré-natal, isto ocorreu em 0,6% dos nascidos vivos no ano, o que pode ser considerada uma taxa baixa em relação aos demais municípios brasileiros e se posiciona como o 122° pior cenário do estado.
A cobertura de atenção básica em Criciúma alcançou a taxa de 88% no ano de 2021. No estado, 249 municípios alcançaram a cobertura total de atenção básica para sua população. A cobertura de atendimento dos agentes comunitários e da estratégia de saúde familiar foi de 72% e 73%, respectivamente. Além disso, estima-se que o percentual da população coberta por planos e seguros de assistência suplementar à saúde (privados) é de 27,4%.
27,36%
Planos de Saúde
72,24%
Agentes comunitário
88,21%
Atenção básica
Saúde da família
73,03%
Nascimentos
Entre 2015 a 2020, Criciúma registrou 16,92 mil nascimentos, cerca de 2,82 mil novos bebês por ano. Ao longo dos anos, a tendência de crescimento de novos registros foi negativa e esta taxa de natalidade está bem abaixo da média dos demais municípios do Brasil. No período, houve mais nascimentos de meninos, 51,8 a cada 100 bebês.
Eleve seu potencial
Desbloqueie o acesso a informações premium e faça sua pesquisa de mercado completa e personalizada em poucos minutos.
